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Entrevista com Luana Araújo


Memória LGBT: Fale um pouco sobre sua vida.

Luana: Me chamo Luana Araújo e meu apelido é Bope. Me assumi aos 14 anos, quando morava com meus pais, no interior do Piauí. Vim para o Rio de Janeiro em busca de emprego, e tive algumas experiências como vendedora.

Memória LGBT: Porque Bope?

Luana: Este apelido foi criado por um grupo de amigas aqui do Rio de Janeiro. Eu queria participar desse grupo de lésbicas, chamado Relíquia, todas as integrantes deveriam ter um apelido. Por ser marrenta e reservada, me apelidaram de Bope (já existia uma “PM” na época).

Memória LGBT: Existe preconceito a Lésbicas na comunidade? Quais são os espaços frequentados por lésbicas?

Luana: Aqui não tem preconceito. Eu vim para cá depois de conhecer minha atual esposa, Ana Muza. Não existe um lugar específico para o nosso coletivo, dá para frequentar qualquer lugar. O lance é o respeito.

Memória LGBT: Qual Memória você não gostaria de esquecer?

Luana: Eu estava com difículdades para encontrar emprego e teria que voltar para o Piauí. Minhas amigas do Relíquia alugaram uma casa em Rio Comprido e me levaram para morar com elas, até eu conseguir um emprego.

REVISTA MEMÓRIA LGBT – ANO III – EDIÇÃO IX – Agosto /2015 – P.5- ISSN 2318-6275 - WWW.MEMORIALGBT.COM

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